Domingo, 24 de Janeiro de 2010
A força da razão

 

Está na forja, que é como quem diz: quase a entrar em impressão.

É o 11º e recuso-me a afirmar ser o último, uma vez que o faço há vários livros atrás.

Esta pode não ser a capa definitiva, mas é a que está esbçada no momento.

Irei dando notícias sobre a evolução.

 

 



publicado por Fernando Alves às 02:09
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Quarta-feira, 15 de Abril de 2009
PASSOU O TEMPO

Se calhar o meu destino Programou mal minha sorte Não me deixou ser menino Nem indicou o meu norte. Em marés de frustra...

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publicado por Fernando Alves às 02:27
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Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009
Apresentação na FNAC

Estão (também por esta via) convidados os meus amigos, para comparecer na FNAC de Sta. Catarina (Porto), no próximo dia ...

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publicado por Fernando Alves às 03:50
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Segunda-feira, 11 de Agosto de 2008
SOU FADO

Sou a imagem do fado, Sou amado, contestado Mas muitos gostam de mim, Sou corpo, sou coração, Sou fado e rejeição Mas go...

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publicado por Fernando Alves às 04:59
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Quarta-feira, 14 de Maio de 2008
PROVA DOS NOVE

Depois da "Seiva dos Oito", que mais uma vez anunciei como sendo o meu último livro, está já em publicação a &...

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publicado por Fernando Alves às 16:44
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Sábado, 8 de Março de 2008
O FADO É ORAÇÃO

Aquele que gosta de fado Deve ouvi-lo sempre calado E senti-lo dentro do peito. O fado é uma oração Deve ouvir-se com d...

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publicado por Fernando Alves às 17:40
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Sábado, 8 de Março de 2008
NOVO LIVRO

De promessa em promessa de que cada livro será o último, e depois da "SEIVA DOS OITO", que seria a forma de en...

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publicado por Fernando Alves às 17:07
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Quarta-feira, 22 de Agosto de 2007
SOU DO PORTO

  Eu tenho grande vaidade Por nascer nesta cidade Torrão onde eu cresci. Sou do Porto, sou diferente E tem pena muita g...

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publicado por Fernando Alves às 15:12
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Terça-feira, 21 de Agosto de 2007
Minha mãe mora no Céu

              Eu sofro por não saber           Onde mora a minha mãe.           Gostava tanto de a ver           E abraç...

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publicado por Fernando Alves às 18:09
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Sexta-feira, 17 de Agosto de 2007
TRAGÉDIA NA PONTE D...

    O tempo não esqueceu A tragédia que aconteceu No Porto, junto à Ribeira. A dor e a recordação Ainda ferem o coração ...

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publicado por Fernando Alves às 17:57
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Sexta-feira, 17 de Agosto de 2007
SOU AVE QUE JÁ NÃ...

Sou ave que já não canta Sou fadista sem garganta Tenho o fado nos dedos. Nos momentos mais sofridos Eu sinto nos meus s...

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publicado por Fernando Alves às 16:31
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.BIOGRAFIA
António Fernando Alves nasceu na freguesia de Miragaia, no Porto, em Junho de 1934. Aí viveu até aos seis anos, idade com a qual se mudou com seus pais para a freguesia da Sé. Devido a um incêndio na casa onde vivia, voltou a mudar-se, desta vez para a Ribeira, percorrendo assim três das mais típicas freguesias da cidade. Ingressou num colégio interno aos 11 anos, devido ao debilitado estado de saúde do seu pai (chefe de policia no Porto), com quem vivia na zona do Marquês, na sequência do divórcio do casal. Saiu do colégio aos 18 anos, regressando à companhia da mãe, embora por escasso período de tempo, pois partiu à descoberta da vida e de si mesmo, encontrando após longa caminhada, o que viria a tornar-se uma verdadeira paixão: o fado. Conviveu com grandes nomes do fado amador do Porto, desenvolvendo grandes amizades no meio, das quais se destaca César Morgado, fadista alfacinha radicado em Leça da Palmeira. Cumpriu o serviço militar no Alentejo, onde conheceu a lisboeta que viria a tornar-se sua esposa e mãe dos seus cinco filhos. E foi com a família então formada, que regressou ao Porto em 1974. Desenvolveu a sua vida profissional na área da decoração, gerindo duas lojas do ramo. A reforma surgiu prematuramente devido a complicações cardíacas. O seu casamento que durou 37 anos, foi apenas desfeito pelo trágico acidente que vitimou a sua esposa, em 1996. Então viúvo e desalentado, entrou de novo no meio fadista, na esperança de nele encontrar refúgio que atenuasse a dor que sentia. A assiduidade com que passou a frequentar casas de fado, levou-o a achar que a “canção nacional” a nível amador, estaria a sofrer algum “mau trato”, no sentido da não renovação das letras e da forma como as antigas estavam a ser cantadas, entre outros factores. Manifestou o seu desagrado em forma de versos, que declamava no decorrer das sessões de fado a que assiste regularmente. O resultado inverteu-se e os pedidos de alguns fadistas para que escrevesse letras exclusivamente para eles (relatando factos das suas vidas) foram-se sucedendo. São 74 os anos que já viveu, mas o seu espírito insiste em manter-se adolescente. Trata-se no entanto, de uma juventude mais rica, pois tem a seu lado cinco filhos, nove netos e uma bisneta.