Se calhar o meu destino
Programou mal minha sorte
Não me deixou ser menino
Nem indicou o meu norte.
Em marés de frustração
Naveguei sempre na vida
Com tantos sonhos na mão
E a alma sempre ferida.
Vida de Invernos sem fim
E efémeras Primaveras
O tempo fuindo de mim
Deixou somente quimeras.
Hoje nos meus horizontes
Há um vazio constante
Secaram as minhas fontes
Meu tempo passou num instante.
Estão (também por esta via) convidados os meus amigos, para comparecer na FNAC de Sta. Catarina (Porto), no próximo dia ...
Sou a imagem do fado, Sou amado, contestado Mas muitos gostam de mim, Sou corpo, sou coração, Sou fado e rejeição Mas go...
Depois da "Seiva dos Oito", que mais uma vez anunciei como sendo o meu último livro, está já em publicação a &...
Aquele que gosta de fado Deve ouvi-lo sempre calado E senti-lo dentro do peito. O fado é uma oração Deve ouvir-se com d...
De promessa em promessa de que cada livro será o último, e depois da "SEIVA DOS OITO", que seria a forma de en...
Eu tenho grande vaidade Por nascer nesta cidade Torrão onde eu cresci. Sou do Porto, sou diferente E tem pena muita g...
Eu sofro por não saber Onde mora a minha mãe. Gostava tanto de a ver E abraç...
O tempo não esqueceu A tragédia que aconteceu No Porto, junto à Ribeira. A dor e a recordação Ainda ferem o coração ...
Sou ave que já não canta Sou fadista sem garganta Tenho o fado nos dedos. Nos momentos mais sofridos Eu sinto nos meus s...
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